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Como tornar o Aprendiz um colaborador estratégico

abril 07, 2021 - 0 comentários

 

Como tornar o Aprendiz um colaborador estratégico

 

 

Um profissional em início de carreira impõe diversos desafios ao RH das empresas. As adversidades são ainda maiores se esse talento sequer teve outros empregos. Apesar do cenário exigir atenção, a possibilidade de atuar como aprendiz preenche um espaço essencial na vida de muitos jovens promissores que desejam iniciar sua jornada profissional. E o mais relevante, quem contrata esse perfil de trabalhador também pode sair ganhando. Para isso, é preciso conduzir e extrair as maiores habilidades desse colaborador, tarefa que deve ser realizada internamente, ou contar com o suporte de empresas com experiência reconhecida na gestão de aprendizes voltadas exclusivamente para o segmento do seu negócio.

É lei: as empresas devem ter no mínimo 5% de aprendizes em seu quadro de colaboradores. Descumprir essa regra pode acarretar em autuação pelo Ministério do Trabalho e Emprego e denúncia no Ministério Público. Portanto, reverta essa obrigação a seu favor.

Além da possibilidade de moldar esses jovens de acordo com os valores e a cultura da sua empresa, renovando o perfil da força de trabalho.

Ainda será possível treinar e desenvolver esses funcionários em habilidades específicas que correspondam às necessidades atuais e futuras das vagas disponíveis. Isso reduz as chances de contratar profissionais com modelos engessados adquiridos em empregos anteriores. Outra boa notícia é que, com um quadro rejuvenescido, aumentam a motivação e o engajamento, pois o colaborador estará mais disposto em apresentar resultados satisfatórios para suas lideranças. 

Como fazer?

Agora que viu que existem vantagens para ambos, é importante saber contratar o jovem com perfil ideal para o seu estabelecimento. Afinal, não é porque ele é inexperiente que não existem aptidões a serem descobertas.

Portanto, para uma contratação eficiente e que resulte em produtividade e futura efetivação, é preciso atentar-se a algumas questões. Uma delas começa já na fase de recrutamento e seleção. É comum que esses jovens desconheçam as funções exercidas na empresa. O processo seletivo precisa trabalhar a expectativa desse profissional aliada à adequação para cada cargo.  Por exemplo: alguém que atuará como repositor de mercadorias em um supermercado deve ser concentrado e detalhista, evitando erros de precificação, quebras, ruptura nas gôndolas, etc. Já um atendente de padaria ou frente de caixa, funções que lidam diretamente com o consumidor, é indicado um perfil mais extrovertido, que se comunique com clareza e de forma profissional, pois irá realizar o atendimento direto com o cliente.  Essas particularidades para identificação de cada indivíduo precisam ser percebidas com muita responsabilidade e de forma criteriosa.

Após a seleção dos candidatos mais adequados, nota-se ainda que é essencial
acompanhar e orientar de forma próxima a correta atuação no dia a dia e também avaliar os resultados conquistados, sempre com o objetivo de desenvolvê-los para que estejam aptos para serem efetivados ao término dos contratos de aprendizagem, garantindo assim a obtenção dos melhores resultados para o seu negócio.

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